quinta-feira, 9 de junho de 2011

Belém - Pará

Em Belém as pessoas costumam perguntar “Você vai sair antes ou depois da chuva?”. Quem não conhece o Estado do Pará pode até estranhar a brincadeira, mas ela é bastante comum na região. Devido ao clima quente e úmido, chove praticamente todos os dias. E por mais incrível que isso possa parecer, a chuva cai quase com horário marcado: por volta das 3h da tarde. A capital paraense atrai a atenção por diversas razões. As frutas deliciosas, que só existem ali; os traços marcantes da cultura indígena; construções arquitetônicas incríveis; além de uma cultura popular riquíssima. Na “cidade das mangueiras” – como é carinhosamente chamada pela população local – após a reforma realizada em suas praças, parques e museus do século passado, parte da história brasileira pode ser vista de perto. A Cidade Velha abriga lembranças de uma época anterior ao ciclo da borracha, que estão estampadas nas ruas estreitas e nos casarões com fachadas de azulejos, e que datam do século XVII. Um passeio pela cidade pode conduzir o visitante a uma viagem pelo tempo. Em Belém você também pode aproveitar o encanto da mata nativa. Inspirado no "Bois de Boulogne" (Paris), o Bosque Rodrigues Alves mostra um pouquinho da bela Amazônia. Há deliciosos locais para caminhadas, piqueniques ou simplesmente para desfrutar do convívio com a natureza. No entanto, o maior atrativo da cidade é o Mercado Ver-o-Peso. O local tem esse nome porque, no período colonial, eram feitas ali as verificações do peso das mercadorias, que chegavam pelo porto ao lado. Hoje, é um lugar onde se encontra de tudo. As maravilhas de Belém esperam por você. Venha, e vire fã!

Eventos

Círio de Nazaré
Além das lendas da morena Iara e da Vitória Régia, Belém é conhecida pela festa do Círio de Nazaré, que acontece anualmente no mês de outubro. A procissão, que hoje reúne cerca de 1,5 milhões de fiéis, é uma das maiores manifestações católicas do País. Tocar a corda presa à berlinda de Nossa Senhora de Nazaré é a maior prova de devoção à santa.

Atrações

Basílica de Nossa Senhora de Nazaré
Construída em 1852 exatamente no local onde a imagem de Nossa Senhora de Nazaré foi encontrada pelo caboclo Plácido, a Basílica de Nazaré é uma combinação harmônica de elementos decorativos espalhados por todos os lados. Em seu interior existem 32 colunas de granito; 54 vitrais feitos na França e que contam a história do Círio; 38 medalhões em mosaico, produzidos no Brasil e em Milão; e 19 estátuas em mármore carrara, algumas delas esculpidas por Antônio Bozzano. Nas peças são encontradas figuras barrocas, em estilo clássico e até em arte renascentista. A Basílica fica na Praça Justo Chermont.

Teatro da Paz
O mais importante do Estado do Pará, e um dos mais conceituados do Brasil. Ostenta e simboliza a riqueza dos tempos áureos da borracha. Seu projeto foi elaborado no estilo neoclássico. A construção começou em 1868, mas só terminou seis anos depois, em 1874. Possui sala de espetáculos com 1.100 lugares, obedecendo ao critério teatral italiano. A casa possui aparelhagem moderna de som e luz, além de refrigeração Central. Está localizado na Rua da Paz, Praça da República.

Museu Emílio Goeldi
Reconhecido há tempos como um dos mais importantes centros de pesquisa científica do Brasil, dedica-se ao estudo da flora e fauna Amazônica. Dali saíram também importantes estudos sobre os povos indígenas, primeiros habitantes da região. No parque zoobotânico o visitante vai poder conhecer e admirar mais de três mil amostras de plantas cuja incidência se dá na região, além de 700 tipos de madeiras e um pequeno zoológico. O aquário e a exposição permanente de artefatos, resgatados pelo esforço da instituição em decifrar a etnografia da região, completam a coleção que oferece ainda um painel evolutivo da ocupação da Amazônia. Fica na Rua Magalhães Barata.

Museu de Arte Sacra
Primeiro no gênero em toda a região Amazônica, funciona no conjunto formado pela Igreja de Santo Alexandre e o Palácio Episcopal, no Bairro da Cidade Velha – núcleo que deu origem à cidade. Detentor de um rico acervo com mais de 300 peças de arte sacra, é considerado um dos mais importantes do País. Possui espaços específicos para exposições permanentes, Galeria Fidanza, Café do Museu e Boutique Empório das Artes. Está na Praça Frei Caetano Brandão, Cidade Velha.

Mercado Ver-o-Peso
Criado em 1688, surgiu quando os portugueses resolveram cobrar imposto de tudo que entrava e saía da Amazônia. Apesar de parecer um grande varejão, a mistura de cores, cheiros e objetos é muito interessante, além de folclórica. Ali, encontram-se ervas medicinais, diversas frutas regionais, artesanato, utilidades domésticas, carnes, peixes e temperos. O Ver-o-Peso reúne duas mil barracas e camelôs por toda parte; e fica nas proximidades do antigo Mercado de Ferro, junto ao cais.

Bosque Rodrigues Alves – Jardim Botânico
Inspirado no Bois de Bologne, de Paris, o Bosque Rodrigues Alves é um pedaço de floresta Amazônica preservado no meio da cidade. Em uma área de 16 hectares, em plena Avenida Almirante Barroso – uma das mais movimentadas da cidade – há 2.500 espécies nativas, um orquidário, lagos, grutas, cascatas e até uma réplica de montanha. Podem ser vistos animais de pequeno porte característicos da região, como macacos-de-cheiro, cotias e araras.

Complexo Estação das Docas
Reabriu as janelas de Belém para a Baía do Guajará. O projeto de restauração abrange a área de antigos armazéns da Companhia de Docas do Pará. Trata-se de estruturas metálicas pré-fabricadas na Inglaterra e que foram montadas no início do século XX em Belém. São 18 mil metros quadrados de área urbanizada, com serviços de bar-café, restaurantes diversos, lojas, agências de turismo, bancos, além de auditório e dois memorais: Memória do Porto e Memória da Fortaleza de São Pedro Nolasco. Há, ainda, uma estação fluvial e extensa área externa.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Penedo - Alagoas


Penedo ergue-se imponente sobre o rochedo às margens do Rio São Francisco, como uma das mais bonitas e antigas do Brasil. A cidade impressiona seus visitantes pelo rico patrimônio histórico e cultural, que pode ser visto em igrejas, conventos e palacetes do século XVII e XVIII. Todas as construções proporcionam uma verdadeira viagem ao passado do Brasil Colonial.

A contribuição dos colonizadores portugueses e holandeses e dos missionários franciscanos pode ser constatada na arquitetura barroca de conventos e igrejas que fazem da cidade Patrimônio Histórico Nacional.

Penedo ostenta beleza e história, que podem ser conferidas numa visita aos conventos Nossa Senhora dos Anjos e Nossa Senhora das Correntes. Há também a Igreja de São Gonçalo Garcia, onde se encontra um conjunto de imagens em tamanho natural, representando os passos da Paixão de Cristo.

A cidade ainda oferece aos seus visitantes uma linda imagem de todo litoral Sul do Estado de Alagoas, com praias, rios e lagoas, que escondem encanto e mistério. O artesanato é um dos principais destaques da cidade e atrai diversos turistas em busca de esculturas em madeiras, pedra calcário, gesso e barro.

Eventos

Festa do Bom Jesus dos Navegantes
É a maior festa religiosa do Estado de Alagoas. O ponto alto é a procissão fluvial de Bom Jesus dos Navegantes, em que cerca de 100 barcos navegam pelo rio São Francisco. Mais de 100 mil pessoas participam. Ocorre no segundo domingo de janeiro.

Festival de tradições populares (abril)
Banda de pífanos e concertos de violinos animam a cidade por uma semana.

Penedo Fest (Outubro)
Carnaval fora de época que agita a cidade com bandas de axé e seus trios elétricos.

As pousadas e hotéis de Penedo são simples e integrados ao ambiente histórico da cidade. Há opções de vários níveis de preço.
Penedo tem bons restaurantes especializados em comidas típicas da região, como ensopado de jacaré, pirão de pitú, escabeche de piranha e peixada preparada especialmente com surubim, o principal peixe do Rio São Francisco. 
Confira opções de pousadas, hotéis e restaurantes nos sites abaixo: http://www.canalpenedo.com.br/ondecomer.php http://www.canalpenedo.com.br/ondehospedar.php

Atrações

Igreja Nossa Senhora das Correntes
No movimento abolicionista, os escravos usaram a igreja como refúgio - à esquerda do altar, pode-se ver a passagem secreta onde eles ficavam até receber uma carta de alforria falsificada e, assim, fugir para Palmares. Construída em 1720 para ser uma capela privativa da família Lemos, a Igreja Nossa Senhora das Correntes é considerada por Germain Bazin, diretor do Museu do Louvre de Paris, a mais bela do Brasil.

Igreja Nossa Senhora dos Anjos e Convento São Francisco
Obra construída a partir de 1660 sobre as ruínas do forte de Nassau, com pinturas em ouro nos altares e na coroa portuguesa, em cima da nave principal. O púlpito é decorado com pátina dourada e concha de jacarandá. O Convento guarda a belíssima escultura "Senhor Glorioso".

Catedral de Nossa Senhora do Rosário
A Igreja apresenta duas torres simétricas separadas por um frontão decorado por três vitrais franceses. No interior, arcos romanos, nichos greco-romanos e a capela do Santíssimo Sacramento a tornam um monumento que enche os olhos.

Oratório da Forca
Construção colonial de 1769, destinada às orações dos escravos condenados à morte, que rezavam à espera da chegada do carrasco.

Paço Imperial
Sobrado que hospedou o Imperador Dom Pedro II em sua visita à Penedo em 1859.

Mirante da Rocheira
Antigo porto da cidade. Do local pode-se ver, na outra margem do rio, a cidade de Santana de São Francisco (Estado de Sergipe).

Casa de Penedo
Museu que revela a história da cidade e da vida do Barão de Penedo (1815 - 1906), diplomata no Império e na República.

Teatro Sete de Setembro
Inaugurado em 1884. Propriedade da Imperial Sociedade Filarmônica Sete de Setembro, cujo título de Imperial foi concedido pelo Imperador Dom Pedro II. Foi o primeiro teatro construído em Estado de Alagoas.

Rio São Francisco
O Rio São Francisco é uma atração à parte, com suas canoas impulsionadas por velas duplas, e lanchas e balsas que fazem o transporte de pessoas e mercadorias entre as cidades ribeirinhas. O nascer e o pôr do sol, refletindo nas águas, formam um cenário inesquecível aos privilegiados espectadores. Além de sua aptidão natural para o lazer, com pequenas praias e ilhas de areia fina, do Velho Chico também permite a prática de esportes como a pesca, passeio de barco, canoa, etc.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Maragogi - Alagoas


Principal destino do Estado de Alagoas depois da capital, atrai visitantes de Maceió e Recife. Possui praias de ondas calmas, recifes e uma grande piscina natural conhecida por Galés. Da praia de Japaratinga, ao sul, uma balsa atravessa o Rio Manguaba para Porto das Pedras, local com praias desertas.

Maragogi inicialmente era um povoado chamado Gamela. Em 1887, foi elevado à categoria de Vila e passou a chamar-se Isabel, em homenagem à princesa que aboliu a escravidão no Brasil. Mais tarde, em 1892, recebeu o nome de Maragogi por causa do rio que banha o local. O nome, segundo historiadores, provém de Marahub-gy, ou rio das Maraubas. A cidade tem clima tropical quente e úmido, com temperatura média anual de 27º C.

Em Maragogi há muitos hotéis, pousadas e privês, que vão desde os mais simples aos mais sofisticados.
Na culinária, uma excelente opção é saborear peixes e frutos do mar fresquinhos. Nos bares e restaurantes há várias opções, desde robustas lagostas e camarões a variadas espécies de peixes e moluscos, preparados e servidos das mais diversas formas. Para saber mais visite: http://www.maragogionline.com.br/culinaria.htm

Salinas do Maragogi Resort

Planejado para garantir conforto e funcionalidade, o Salinas foi construído de modo integrado à paisagem, proporcionando a sensação de pleno contato com a natureza.

As praias de Maragogi têm ondas fracas, recifes e areia fina. Na maré baixa, formam-se bancos de areia com piscinas naturais, conhecidos como Croas (a 5 km da costa) e Galés (a 6km). Jangadas e barcos levam os turistas até lá. Ao Sul, entre a Vila de Japaratinga e o Pontal, localizam-se as praias menos urbanizadas e as falésias de 20 m de altura. Há um passeio de barco que leva a recifes localizados a 6 km da costa. A praia de Maragogi fica próxima ao Rio Maragogi, com ondas fracas, areia fina e batida e recifes

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Caruaru, no agreste de Pernambuco, vai bem além das festas juninas e surpreende com um dos mais importantes centros artísticos do Nordeste


Caruaru não foi feita para viajantes amadores, muito menos para aqueles acostumados com o turismo de fácil assimilação dos tours apressados de um dia, como os que acontecem em alguns destinos do litoral nordestino.

Localizada em pleno agreste pernambucano, "nas entranhas do nordeste" como descreveu certa vez um cordelista local, essa cidade a 130 km de Recife custa a conquistar os mais apressados e vai se deixando revelar aos poucos. Sua gente é tão cativante quanto os bonecos de barro de Vitalino, o mestre que colocou a região na rota internacional da arte figurativa; suas histórias são tão variadas quanto a (agradável) prosa sem fim de personagens históricos como o Mestre Eudócio, considerado Patrimônio vivo de Pernambuco; e seu ritmo é tão alucinado quanto a poesia de cordel ou o duelo dos antigos repentistas da feira mais famosa do Brasil.

Que fique bem claro desde o início: o centro dessa cidade de pouco mais de 300 mil habitantes oferece poucos atrativos turísticos fora da época da Semana Santa e do famoso São João. No entanto, um mergulho em suas manifestações culturais faz do destino uma das mais interessantes e ricas viagens em todo o Estado. E avisem logo os desinformados: opções não devem faltar.

Garantida durante todo o ano, a atração mais famosa é a Feira de Caruaru, considerada uma das maiores feiras ao ar livre do Brasil. Iniciado no final do século 18, esse tradicional centro comercial abriga, atualmente, 13 feiras temáticas em seu interior com uma variedade de produtos que impressiona. Assim como descreveu o mesmo cordelista Luciano Dionízio, ?o que buscaste e não viste, com certeza não existe, nem na Terra nem em Marte?. Por isso é lá que o visitante encontrará diversas opções de trabalhos artesanais, roupas e acessórios, animais, alimentos, importados e até um museu dedicado a mais internacional das literaturas regionais: o cordel.

Outro evento de peso é o famoso São João que com Campina Grande, na vizinha Paraíba, disputa o título de o Maior São João do Mundo. É em junho que toda a cidade se transforma em um imenso arraial com vilas cenográficas inteiras dedicadas ao forró e com barracas de comida típica. E mesmo depois do final desse evento que chega a durar pouco mais de um mês, a cidade parece passar o restante do ano sob a sombra e perspectivas do São João seguinte.

No entanto, a apenas sete quilômetros do caos do centro de Caruaru, a tranquilidade de Alto do Moura, um bairro vizinho com ares de cidadezinha do agreste, leva o visitante a um cenário em que o principal atrativo é uma rua central de paralelepípedos que parece ter parado na época em que Mestre Vitalino sujava as mãos de barro para dar vida a essa arte que, décadas mais tardes, levaria seu nome e o de Pernambuco para o resto do mundo.

Aliás seu ofício parece vivo em cada uma daquelas casinhas simples e coloridas que abrigam ateliês de artistas (famosos ou anônimos) que têm Vitalino como a principal inspiração. É ali que o visitante se delicia com as histórias ouvidas nos ateliês de outros nomes, internacionalmente, conhecidos como Marliete Rodrigues, Mestre Galdino (e seu surrealismo improvável para terras agrestes) e Manuel Eudócio, declarado Patrimônio Vivo do Pernambuco pelo governo local e um exímio contador de deliciosas histórias sobre a época em que começava a aprender sobre arte figurativa com o mestre mais famoso do bairro.

A arte figurativa de Mestre Vitalino, marcada por bonecos de barro que reproduzem cenas cotidianas, deu ao lugar o título de maior centro de artes figurativas das Américas. A região abriga ateliês de mais de 200 artesãos e histórias suficientes para convencer o forasteiro a deixar-se ficar por mais alguns dias.

Em Caruaru, viajante apressado come cru ou sequer tem a chance de provar uma das mais deliciosas imersões culturais da região.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Canoa Quebrada


Localizada no distrito de Aracati, a Vila de Canoa Quebrada oferece aos visitantes variadas opções de lazer. Durante o dia, além da beleza da praia, há muita sombra e os serviços dos vários quiosques de carnaúba, cobertos com palha, que ficam a beira mar. Há também passeios de bugue pelas dunas com descida de "skibunda", jangadas, cavalos, "parajipe", “banana-boats” e muitas lojinhas de souvenires.

Há muitas pousadas de diferentes níveis; e vários restaurantes das mais diversas especialidades, com flexíveis horários de funcionamento. Além de uma agitada vida noturna, com boates e "night-clubs" que funcionam desde as 23h30 até o amanhecer.
Nos últimos anos, um projeto de urbanização modificou bastante a cara da Vila. A rua principal, conhecida como Broadway, recebeu calçamento e passou a concentrar grande parte das novidades e atrações. Por sua vez, a praia conservou trechos sem casas ou barracas, atraindo muitos turistas estrangeiros, principalmente no mês de agosto.

Atrações:

Majorlândia:

Fica a 12 km de Aracati, em meio a um denso coqueiral. O acesso é fácil, todo em pista asfaltada. Dispõe de várias barracas à beira-mar, além de restaurantes que servem mariscos como prato principal. Durante o dia, além das praias, é possível desfrutar passeios de bugue e “banana-boat”, entre outros. Ao fim do dia, pode-se observar um lindo pôr-do-sol do alto do Morro do Urubu.

Gruta Cajazeiras:

Distante 40km de Aracati. São três grutas localizadas numa grande área de formações rochosas. O acesso é difícil, tornando o local uma excelente opção para a prática do turismo esportivo de aventura. Não vá até lá sem antes entrar em contato com a Secretaria do Turismo e Meio Ambiente do Aracati, e contratar os serviços de um guia.

Cruz as Almas:

Situado à entrada sul de Aracati, o monumento é uma coluna de alvenaria encimada por uma cruz. Foi construído no local onde antes havia um pelourinho, em memória dos escravos que morreram no local. Em tempos mais remotos, o povo costumava rezar terços e novenas e fazer romarias à Cruz das Almas, que nessas noites se iluminava com as lanternas coloridas e velas dos devotos pagadores de promessas.